terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

aBowman »Cão

aBowman »Cão: Here is your number one companion - cute, talented and loyal. He can sit, lie down and roll over. Try giving him a pet and watch how he responds. Keep your dog entertained by playing ball or giving him a bone. Reward him by giving him a treat. To get him to sit, double-click your mouse on the ground close to him. Double-click again to get him to lie down. Then hold your mouse button down and make a circular motion to tell him to roll over.

domingo, 5 de fevereiro de 2012


Arara




 São vendidas à peso de ouro
   Um bando de araras voando é um magnífico espetáculo de se ver, mas muito ruim de se ouvir. A arara grita alto, muito alto, e sua voz não é nada afinada.
   Menos dotada que seus parente, os papagaios, a arara só é capaz de aprender algumas palavras isoladas.
   Desde o século XVI as araras são muito procuradas como bicho de estimação e, antigamente, possuir uma arara era sinal de grande riqueza.
    Esta prática continua até os dias de hoje, causando assim sua extinção como o seu parente que é arara azul.
As araras maiores e mais coloridas são encontra nas florestas tropicais das Américas.
  São freqüentemente caçadas e mantidas em cativeiros. Existem 18 espécies de arara, todos com bico forte, língua carnosa e cauda longa em forma de espada.
  As araras se alimentam principalmente de sementes, castanhas, frutos e insetos.
  O bico forte permitem que elas escavem o tronco das arvores para comerem larvas e insetos.
  As araras em geral, fazem seus ninhos no oco das arvore como palmeiras.
  Os ovos são postos na primavera e os adultos alimentam os filhotes regurgitando a comida. Com seis meses de idades as araras já são bichos adultos.
FILO:Chordata
CLASSE:Aves
ORDEM:Psittaciformes
FAMÍLIA: Psittacidae

CARACTERÍSTICAS:
Comprimentos: até 1 m, inclusive 60 cm de cauda
Ninhada: uma por ano (2 a 3 ovos) 
Bico forte com mandíbula superior móvel
Dedos: 2 virado para frente e 2 virado para trás.

 
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sábado, 4 de fevereiro de 2012


Manutenção:
 
Os periquitos são animais altamente sociaveis, vivendo muito bem em viveiros coletivos. Lembre-se que quanto maior o espaço para eles voarem, melhor vai ser para os psitacideos e com um bom espaço para voos os periquitos não irão engordar e com isso não ficaram vulneraveis a várias doenças.
 
Diferenças entre machos e fêmeas:
 
Para identificarmos um macho de uma fêmea basta olharmos para a carúncula nasal (parte logo acima do bico), sendo que no macho ela é Azul e as femeas apresentam tons de castanho, rosa ou cinza, sendo que já podemos notar esta diferança a partir dos seis meses de idade. Já nos periquitos albinos, tanto o macho quanto a fêmea tem a carúncula rosada.
 
Alimentação:
 
Os periquitos comem vários tipos de semente como Alpiste, Painço, Aveia, Canhamo, Linhaça, Niger, Girassol entre outras, sendo que encontramos várias misturas prontas no mercado. Devemos deixar uma fonte de calcio na gaiola, podendo ser o Osso de Siba, a farinha de ostra, Cascas de Ovos limpas, secas e moídas, ou algum suplemento Vitaminico encontrado em PetShops. Outro alimento importantissimo são as verduras e os legumes, de preferencia os de cor verde escuro como couves, almeirão e mostarda, além de jiló, pimentão e milho verde. Devemos ter um cuidado especial com a água dos bebedouros que devem ser trocadas diariamente. Podemos misturar a água vitaminas, suplementos alimentares ou vermifugos, sempre seguindo a prescrição da bula, no momento eu utilizo a linha de produtos da Avitrin, mas existem diversas marcas de ótima qualidade no mercado. Como os periquitos não possuem dentes, é muito importante que coloquemos na gaiola/viveiro um pote com areia limpa para que eles possam ingerir e ajudar a moela a triturar os alimentos.
 
Existem várias dietas para os periquitos, como as de manutenção, criação, recuperação, engorda e emagrecimento.
Para os psitacideos fora da época de acasalamento ou muda podemos manter uma dieta de manutenção, composta basicamente de 50% painço, 30% alpiste, 20% de linhaça e aveia.
 
Quando os periquitos estiverem procriando e com filhotes devemos acrescentar um pouco mais de aveia e também de outras sementes como o girassol, além de uma boa farinhada do tipo “papa de ovo”, além do próprio ovo cozido.
 
Acasalamento:
 
Os periquitos estão sexualmente maduros a partir de 1 ano de idade, podem ser usadas gaiolas individuais ou viveiros coletivos para a criação, sendo que nos viveiros devem ser colocado mais ninhos do que casais para evitarmos brigas.
 
As Fêmeas quando estão aptas a procriarem ficam com a caruncula cor marrom chocolate e no macho o azul se intensifica. As medidas das gaiolas para criação individual variam, mas devem ter em média 45 cm de Comprimento, 35 cm de Altura e 25 cm de Largura. A fêmea irá botar cerca de 3 a 6 ovos, os filhotes de periquitos nascem com cerca de 18 dias de incubação e com cerca de 30 dias de vida já saem do ninho, com mais 10 dias já comem sozinhos e devem ser separados dos pais para que eles iniciem uma nova postura.
 
Deve-se usar um ninho de madeira tipo caixote com as seguintes medidas, podendo variar um pouco.
 

 
Podemos identificar facilmente um filhote de periquito de um adulto, para isto devemos observar os olhos, a mascara no rosto e as penas da cabeça, confira nas imagens abaixo.(clique nelas para as ver em um tamanho maior).

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012


 
 
 
PersonalidadeProblemas comuns à raçaSobre o Lulu da PomerâneaO FilhotePadrão 
 
A origem do Spitz Alemão é bastante longínqua e perde-se nos tempos. A teoria mais aceita é de que descendam dos primeiros cães a serem domesticados pelos homens, que estariam na origem de todas as demais raças caninas. Por essa condição, são classificados como ‘Cães de Tipo Primitivo’, por conservarem ainda, grande parte das características herdadas dos lobos, como o focinho pontiagudo, as orelhas eretas e viradas bem para a frente da cabeça e a cauda comprida, pousada sobre o dorso.
No caso específico dos Spitz, conhecidos até a década de 90 como Lulu ou Pomerânea (nome mantido ainda pelos criadores americanos e canadenses), especula-se que a raça tenha sido desenvolvida numa região de fronteira entre a atual Alemanha e a Polônia, conhecida por Pomerânia.
Sua expansão pelo mundo ocidental deveu-se principalmente ao fato de terem caído nas graças da realeza britânica. Os primeiros cães da raça chegaram à Inglaterra na bagagem da rainha Charlotte, esposa do rei George III. No entanto foi com a paixão de sua neta, ninguém menos que a Rainha Victoria, que os Pomerâneas ganharam destaque, especialmente a partir de do século 19, quando foram aceitos pelo The Kennel Club.
Seu aspecto de pelúcia, a variedade de cores e tamanhos (a raça comporta 5 tamanhos diferentes), além de seu temperamento afetuoso garantiu que o Pomerânea logo conquistasse um lugar de destaque nas cortes européias.
E não à toa, diversas personalidades de renome em diversas épocas mantinham seus pequenos Lulus, entre eles, Michelangelo (1475-1564), cujo cão o acompanhava durante o trabalho de pintura da capela Sistina, Mozart (1756-1791) tinha uma fêmea chamada Pimperl a quem chegou a dedicar uma ária, no que mais tarde seria seguido por Chopin (1810-1849), que dedicou a valsa "Valse des Petits Chiens" à sua cadelinha da raça.
Nos Estados Unidos o Pomerânia foi reconhecido como raça independente em 1888.


Moque-SourisOs Pomeranias são excelentes cães de companhia, muito dedicados aos seus donos. Alegres e dispostos. Os cães das variedades Pequeno e Anão, são ideais para pequenos espaços e donos moderadamente sedentários, uma vez que se contentam com pequenos passeios. Os de tamanho maior (Spitz Alemão Médio, Grande e o Spiz-lobo) apesar do tamanho não exigem grandes níveis de atividade.
De maneira geral e cada um de acordo com o seu tamanho, são cães muito alertas e podem avisar seus donos de qualquer alteração latindo aos menores sinais. Essa característica é um dos problemas que podem trazer para os donos que quiserem mantê-los em apartamentos, e deve ser desestimulada desde a primeira infância.
Os maiores são bastante resistentes e podem participar de atividades como caminhadas e cooper sem se cansar facilmente.
Com crianças, deve-se tomar alguns cuidados, especialmente visando resguardar os cães. Os Spitz Pequeno e Anão não devem conviver com crianças muito pequenas ou agitadas, que em suas brincadeiras mais atrapalhadas podem facilmente vir a machucá-los. Portanto, caso a idéia seja adquirir um Spitz em uma casa com crianças pequenas, a supervisão dos pais é fundamental.
Os Spitz estão classificados separadamente no ranking de inteligência elaborado por Stanley Coren em seu livro ‘A Inteligência dos Cães’: os Spitz Alemão Pequeno e Anão estão na 23a posição entre as 135 raças pesquisadas, enquanto que o Spitz-lobo (ou Keeshound) ocupa a 16aposição. Os Spitz Médio e Grande não constam da relação.
De maneira geral convivem bastante bem com outros cães e podem, desde que acostumados desde cedo, conviver com outros animais e até mesmo com gatos.


Os filhotes, assim como os adultos, impressionam pela delicadeza das formas e pela quantidade de pelos! 
Deve tomar especiais cuidados com os filhotes até que atinjam a maturidade, evitando que eles sofram quedas que possam comprometer o desenvolvimento de sua ossatura.
É uma boa fase para acostumar o filhote ao ritual da escovação, uma vez que durante sua vida adulta certamente será um hábito constante.


Os Spitz são classificados, segundo a entidade internacional à qual o Brasil é filiado, em 5 tamanhos distintos:
  • Spitz lobo: 50 cm, pode ter uma variação para mais ou para menos de 5 cm (admite-se até 60 cm, mas o aspecto geral não deve ser comprometido).
  • Spitz grande: 46 cm, pode ter uma variação para mais ou para menos de 4 cm.
  • Spitz médio: 34 cm, pode ter uma variação para mais ou para menos de 4 cm.
  • Spitz pequeno: 26 cm, pode ter uma variação para mais ou para menos de 3 cm.
  • Spitz anão: 20 cm, pode ter uma variação para mais ou para menos de 2 cm.
Os bons criadores evitam os cães menores que 16 cms uma vez que sua aparência geral e condição física pode ser seriamente comprometidas.

As cores permitidas também variam de acordo com o tamanho:
  • Spitz lobo: cinza lobo (nuances de cinza). A máscara não deve ser muito escura. A juba é mais clara. Os membros anteriores e posteriores são cinza-prateado sem marca preta embaixo dos cotovelos e joelhos. A ponta da cauda e culotes são cinza-prata claro.
  • Spitz grande: preto, marrom, branco.
  • Spitz médio: preto marrom, branco, laranja, cinza-lobo (nuances de cinza) e outras cores.
  • Spitz pequeno: preto, marrom, branco, laranja, cinza-lobo (nuances de cinza) e oturas cores.
  • Spitz anão: preto, marrom, branco, laranja, cinza-lobo (nuances de cinza) e oturas cores.
No caso dos cães de cor preta: tanto a pele quanto o subpêlo devem ser escuros e não deve haver vestígios de branco ou qualquer outra marcação. O mesmo ocorre com os cães marrons, cuja pelagem deve ser uniforme. Os cães brancos, devem ser de um branco puro sem nuances, particularmente amarelos que aparecem nas orelhas. A cor mais comum é a laranja, e deve ser unicolor, uniforme, sem apresentar tonalidades da escala.
São aceitos ainda cães de outras cores, onde figuram as cores: creme- creme zibelina, laranja zibelina, preto e fogo panaché. Os cães malhados devem ter fundo branco e manchas de cor preta, marrom, cinza, laranja por todo o corpo.

Scarlet. Sunshine Kennel
A pelagem exuberante do Spitz é composta por um pelo e sub-pelo abundantes e deve ser motivo de atenção para o proprietário. A escovação frequente é condição fundamental para que ele se mantenha sem nós e que não ‘cheire’.
Outra característica de sua pelagem é que, excetuando-se a fase normal da muda, o Spitz não perde pelos pela casa.
Normalmente os filhotes após os primeiros 3 ou 4 meses, passam por uma severa troca de pelos, deixando para trás a pelagem felpuda da infância e adquirindo a pelagem definitiva do adulto. No entanto, para que ele chegue a desenvolver sua pelagem plenamente, leva-se pelo menos 2 ou 3 anos.


De maneira geral os Spitz são cães resistentes e que apresentam poucos problemas de saúde, chegando a viver em alguns casos até 15 anos.
No entanto, como a maioria das raças pequenas, os Pomeranias têm tendência a desenvolver problemas como:
  • Problemas dentários. Neste caso o principal cuidado vai no sentido de garantir que a troca de dentes, que acontece normalmente em torno dos 6 meses, seja completa. Se o dente de leite não cair espontaneamente, o veterinário deve ser consultado. Outro problema comum é a tendência à formação de tártaro que apresentam. Esse problema é facilmente contornado a partir de um programa de higiene freqüente e visitas regulares ao veterinário para controle.
  • Dermatites: menos comuns do que se poderia imaginar diante da quantidade de pelos, devem ser cuidadas rapidamente e por um profissional evitando assim que causem a perda de pêlo ou  formação de feridas na pele.
  


FOTOS DE CASAS LUXUOSAS PARA CACHORROS

Já imaginou uma casa dessa para seu cachorro? Confira imagens de casas de cachorro luxuosas.
foto casa de cachorro luxuosa 1
Imagem da casa luxuosa para cachorro (igual a casa dos donos)
foto casa de cachorro luxuosa 2
Foto da mansão para cachorro toda em madeira
foto casa de cachorro luxuosa 3
Cachoro dorme em sua mansão…
foto casa de cachorro luxuosa 4
Imagem da casa de cachorro que parece um castelo

Bichos
Quarta, 30 de abril de 2003, 18h54
Saiba tudo sobre o tigre
Redação Terra
 Terra
Cada tigre tem um desenho de pêlos diferente
 
Nome popular:Tigre
Nome Científico:Panthera tigris
Distribuição geográfica: China, Índia, Sumatra, Java e Bali
Habitat natural:Florestas temperadas e frias. Ele surgiu originalmente na Sibéria
Hábitos alimentares:Come animais - leopardos, crocodilos, tartarugas, peixes, outros tigres. Pode comer os homens, também
Tamanho: De 1,42 a 2,60 metros de comprimento, incluindo a cauda, que pode ter mais de 1 metro
Peso: Pesa cerca de 200 quilos
Período de gestação: 100 a 108 dias
Filhotes: Nascem pesando no máximo um quilo. A fêmea tem de um a quatro filhotes a cada ninhada, com intervalos de três anos. Os filhotes ficam sob os cuidados da mãe até completarem 3 anos. Apenas a fêmea cuida dos filhotes
Tempo médio de vida: 20 anos. Os machos costumam morrer mais rápido que as fêmeas
Contra a extinção: Algumas subespécies, como o Tigre-de-bengala (Panthera tigris tigris), ainda são bastante comuns. O Tigre-do-cáspio (Panthera tigris virgata) e o Tigre-de-java (Panthera tigris sondaica) já foram extintos. Outros correm o risco de extinção. entre eles estão o Tigre-da-china (Panthera tigris amoyensis), Tigre-da-sibéria (Panthera tigris altaica) e o Tigre-de-sumatra (Panthera tigris sumatra)
Curiosidades:
Os tigres conseguem saltar 9 metros de distância e 5 metros de altura.
Eles costumam temer os seres humanos, de tanto que já foram caçados por pessoas.
Os tigres são bons nadadores - já chegaram a percorrer mais de cinco quilômetros nas águas.
Nenhum tigre tem as listras dos pêlos igual a outro. Elas correspondem às impressões digitais dos seres humanos: servem para diferenciar um animal do outro.
 




 

Imagem da revista especial sobre Poodle - Cães e Raças


 
 
 
PersonalidadeProblemas comuns à raçaSobre o PoodleO FilhotePadrão 
 
O Poodle é, sem dúvida, uma das raças mais populares em todo mundo e isso se deve a diversos fatores, entre eles a própria antigüidade da raça, que, segundo vários historiadores é conhecida há 6 séculos.
Apesar de a origem do Poodle ser atribuída à França, onde são chamados de "Chien Canne" ou "Caniche", aparentemente o berço da raça é mesmo a Alemanha, onde é chamado de "Pudel", derivado de palavra "pudelin" que significa "jogar-se na água". De qualquer forma, foi na França que o Poodle desenvolveu sua estrutura atual e onde, freqüentando as cortes dos reis franceses desde Luis XIV, ganhou a popularidade que desfruta hoje.
O Poodle era, originalmente, usado para a caça aquática, onde desempenha a função de recuperar as aves abatidas que caiam na água. Foi também utilizado pelos franceses e ingleses como ‘cão trufeiro’, com a missão de utilizar seu excelente olfato para descobrir trufas debaixo da terra.
Imagem extraída do site do AKCMas foi como cão de companhia que o Poodle se tornou uma das estrelas da cinofilia, estando entre as raças de maior número de registros em diversos países (veja ranking), inclusive no Brasil, onde estima-se que represente mais de 17% da população canina (dados de 1997).
Infelizmente, a popularidade trouxe à raça uma série de problemas, desde físicos até de temperamento, muitos deles ocasionados por acasalamentos não recomendados e falta de rigor dos ‘fabricantes de filhotes’.cryspups.jpg (4507 bytes)
Esse quadro de alta popularidade X baixa qualidade dos cães produzidos parece ser uma ‘sina’ da raça, que já foi a mais popular dos EUA na década de 80, perdendo este status justamente em função dos inúmeros problemas que apresentavam esses ‘Poodles’. No Brasil, o quadro da criação nacional apresenta também diversos problemas. Diante da quantidade de cães registrados seria de se esperar que muitos participassem de exposições, mas no entanto, a presença de criadores é bastante pequena o que enseja o crescimento, também aqui, dos ‘fabricantes de filhotes’ que se aproveitam da falta de conhecimento da grande maioria das pessoas e comercializam exemplares que pouco ou nada respeitam os padrões da raça, quer quanto à cor, tamanho e, especialmente, temperamento dos cães.


O Poodle é um cão extremamente inteligente. Segundo Stanley Coren, autor do livro a "A Inteligência dos Cães", a raça ocupa o segundo lugar no ranking de obediência para o trabalho, abaixo apenas do Border Collie (o cão que aparece no filme Babe, o porquinho). Isso explica o fato de que a maioria dos cães de shows, circos, etc pertençam à raça, uma vez que são cães que aprendem muito rápido e fixam de maneira muito consistente as lições aprendidas.
Mas, não foi apenas a sua inteligência, que levou o Poodle a conquistar destaque como cão de companhia. Seu temperamento brincalhão, divertido e afetuoso fizeram com que se tornasse praticamente um paradigma para os cães de companhia.
Apesar de todas as qualidades intrínsecas à raça, e como conseqüência da baixa qualidade da criação, muitos exemplares apresentam problemas sérios de comportamento, chegando mesmo a apresentar traços de agressividade contra o próprio dono e com outras pessoas, desobediência, teimosia, excesso de ‘zelo’ quanto a objetos, isso sem falar do altamente indesejável excesso de latidos. Segundo diversos criadores, a maioria dos problemas de temperamento dos Poodles atinge de maneira mais evidente os exemplares dos tamanhos menores (toy e micro), justamente os mais comercializáveis.
No entanto, além dos cuidados quanto à procedência do cão, é extremamente importante ressaltar o papel do dono na educação do cão: por ser o Poodle extremamente inteligente, também é capaz de aprender que, se ele adotar comportamentos ‘dominantes’ em relação ao dono acaba sendo atendido. E é aí que o dono, procurando ‘agradar’ seu cão acaba por reforçar estes desvios de personalidade.

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O filhote desde cedo deve apresentar as características do cão adulto, não apenas quanto à estrutura física (quadradinha) como também quanto ao temperamento.
A cor do filhote é outro aspecto importante: é comum que a tonalidade dos cães fique mais clara com o passar do tempo, mas de qualquer maneira, a pelagem deve ser sólida, sem manchas.
Outro cuidado importante na aquisição dos filhotes diz respeito ao TAMANHO que ficará quando adulto. Para evitar decepções, é sempre recomendável que antes de se adquirir um filhote se faça uma visita aos pais da ninhada. Normalmente, o tamanho dos pais é um bom parâmetro para o dos filhotes.


O Poodle em sua origem foi desenvolvido apenas no tamanho "standard", mas através de cruzamentos selecionados, os criadores fixaram outros padrões de tamanho. No Brasil, as 2 entidades nacionais reconhecem tamanhos diferentes para o Poodle.
De acordo com a CBKC, que segue o padrão da Federação Cinológica Internacional, o Poodle pode ter 4 tamanhos:
  • Poodles Grandes: de 45 até 60cm, com uma tolerância de 2cm.
  • Poodles Médios: de 35 até 45cm.
  • Poodles Anões: de 28 a 35cm.
  • Poodles Toys: abaixo de 28cm (a altura do tipo ideal é 25cm).
Já o padrão do American Kennel Club considera 3 tamanhos para o Poodle
  • Poodles Standard: mais de 38cm
  • Poodles Miniatura: de 28 até 38cm.
  • Poodles Toys: de 25,5cm a 28 cm
É importante ressaltar que é pouquíssimo recomendado o acasalamento de cães com estruturas ósseas (tamanhos) diferentes.


puppies-Velvet Touch.jpg (16774 bytes)Da mesma forma que o Poodle apresenta diversos tamanhos, também são muitas as cores aceitas pelas entidades.
Neste ‘quesito’ também há diferenças entre os padrões aceitos por elas.
De acordo com a CBKC/FCI, o Poodle pode ser de 4 cores: preto, branco, marrom, cinza e abricó.
Já de acordo com a ACB, aceita-se os pretos, brancos, marrons, azuis, cinzas, abricós, champanhes e prateados (cinza claro).
Nos acasalamentos deve-se procurar não misturar exemplares de cores diferentes, uma vez que tal mistura pode gerar filhotes de cores não aceitas ou mesmo manchados.

Tosa
A pelagem farta do Poodle lhe rendeu o título de "campeão quanto às formas de se tosar". Só para se ter uma idéia, o livro "The Complete Poodle Clipping & Grooming" ilustra 54 tipos de corte.
Segundo diversas fontes, as formas de tosar o pelo dos Poodles era diretamente vinculada às atividades que desenvolvia. O corte conhecido como "leão" (retirada do pelo dos quadris, deixando pelo farto em volta dos peito e dos joelhos) foi criado para aliar proteção, e versatilidade na água, à beleza e equilíbrio do cão.
Entre os tipos mais comuns estão a Tosa de Verão, Carneirinho (não aceitas para apresentação em exposição), a Leão e a Moderna (aceitas em exposição).
Uma característica curiosa é que, apesar do pelo crescer mais rapidamente que o das outras raças, o Poodle não perde pelos como os outros cães. Mas mesmo com essa ‘facilidade’ é preciso cuidados especiais com a pelagem do Poodle. O ideal é que receba escovação diária para evitar nós, banhos e tosa regulares. Além de uma atenção extra para não deixar o pelo molhado e evitar assim, o aparecimento de fungos e outros problemas de pele.


Um dos principais problemas de saúde que afeta os Poodles é a Otite (inflamação do ouvido), propiciada pela posição ‘caída’ das orelhas e dos tufos de pêlos dentro delas, que retém umidade. A prevenção é feita basicamente evitando que entre água durante o banho, e através de procedimentos regulares de higiene.
Além da otite, a raça é especialmente sensível a:
  • Luxação da Patela – um deslocamento do osso do joelho, comum em raças pequenas, que causa dor e dificuldade para andar.
  • Displasia - má formação no encaixe da cabeça do fêmur com a bacia. Essa má-formação é mais característica em raças grandes, mas pode aparecer também nos Poodles.
  • Atrofia Progressiva da Retina – que consiste na perda gradual da visão podendo levar o cão à cegueira total. Segundo dados do clube americano da raça, 25% dos Poodles desenvolvem a doença para a qual não há tratamento.
  • Dentição dupla – recomenda-se a extração dos dentes de leite, por favorecer o desenvolvimento do tártaro.
  • Outra característica comum em cães brancos são as manchas na pelagem sob os olhos, causadas pelas lágrimas.

 


 



PersonalidadeProblemas comuns à raçaSobre o São BernardoO FilhotePadrão

bernardo-corel.jpg (12011 bytes)O São Bernardo é uma raça bastante antiga, desenvolvida a partir do cruzamento de antigos molossos romanos, que chegaram à região dos Alpes com as tropas romanas. Contribuíram para sua constituição atual, bastante diferente dos cães originais que eram menores e sempre de pêlo curto, o Dogue Alemão, oBloodhound e o Mastiff.

É impossível falar nos São Bernardo sem falar dos monges que praticamente garantiram a existência da raça. Estes monges eram os responsáveis e moradores do Hospice du Grand St. Bernard, um monastério localizado num dos pontos mais altos das montanhas e passagem obrigatória para os viajantes que precisavam cruzar os Alpes.
Segundo vários historiadores, a adoção dos cães pelos monges aconteceu por volta de 1660. Num primeiro momento, os cães eram usados para a guarda da propriedade. A primeira missão em que participaram como auxiliares no salvamento de viajantes aconteceu, apenas no século XVIII. A partir daí, e do trabalho de treinamento dos cães realizado pelos monges, a fama de cão de salvamento e resgate do São Bernardo não parou de crescer. Além de encontrar vítimas soterradas, o cão devia buscar ajuda no monastério quando o monge que o acompanhava (chamado de marronier) ou a vítima não conseguisse mais andar pelas montanhas.
Canil Capo MagiorePara realizar todas essas tarefas, num ambiente hostil e sujeito a baixíssimas temperaturas, era essencial que o cão fosse robusto, tivesse um excelente faro e que sua pelagem servisse como isolante térmico. E na busca por essas características, os monges desenvolveram o São Bernardo que conhecemos hoje.
No entanto, ao contrário da grande maioria das representações desses ‘anjos dos alpes’, em que eles quase sempre aparecem portando um pequeno barril no pescoço, eles nunca utilizaram esse adereço durante suas missões de salvamento. Segundo alguns textos, a estratégia de salvamento utilizada pelos cães envolvia até 4 animais simultaneamente: quando encontravam a vítima, dois cães deitavam lado a lado com a pessoa a fim de mantê-la aquecida. Um terceiro cão lambia-lhe a a face, tentando reanimá-la e um quarto cão retornava ao monastério para buscar ajuda.
De todos os cães criados e treinados pelos monges, destaca-se Barry. Um valente São Bernardo que salvou mais de 40 pessoas durante sua vida (saiba mais sobre Barry na nossa seção de curiosidades).
Ademivas Herkules.jpg (15853 bytes)O São Bernardo, assim como algumas outras raças, foi muito prejudicado pelas guerras na Europa e, para evitar que a raça sumisse devido à alta consanguinidade entre os exemplares, os monges foram obrigados a acasalar seus cães com exemplares de outras raças, principalmente com os Terranova. Foi a partir destes cruzamentos que surgiu a variedade de pêlo longo, que eram enviados pelos monges para outros criadores, uma vez que esse tipo de pelagem não era adequada ao trabalho de salvamento por acumular neve e umidade.
Com o desenvolvimento da região e a construção de estradas, os São Bernardo perderam sua função inicial e hoje continuam sendo criados pelos monges apenas como parte da tradição do monastério. Mas, felizmente, esses ‘anjos dos alpes’ já haviam encontrado muitos admiradores pelo mundo todo, o que garantiu a sobrevivência e popularização da raça. Prova disso são as inúmeras aparições do São Bernardo em filmes como Beethoven (1 e 2) e no papel de ‘ama-seca’ de Peter Pan.



Até em razão de sua função original, o São Bernardo se destaca pela docilidade. Segundo dados de um estudo da FCI publicado pela revista Cães e Cia, a raça é considerada a "mais sociável com estranhos". Essa afirmação baseia-se na comparação com outras raças quanto à reação do cão à invasão de seu território. De acordo com o estudo, enquanto um Mastiff ataca em 50 a 75% das vezes em que o seu território é invadido, o São Bernardo só o faz em 25%.
Mas apesar disso, o São Bernardo é usado como cão de guarda por sua excelente capacidade em dar o alarme e por possuir um porte gigantesco, o que acaba desestimulando a entrada de pessoas ‘não-autorizadas’.
Justamente por possuir uma constituição bastante pesada, é recomendável que receba o adestramento de obediência desde cedo, já que controlá-lo depois de adulto e pesando mais de 90 Kg não é tarefa fácil.
Na classificação de Stanley Coren, em seu livro "A Inteligência dos Cães", o São Bernardo ocupa a 65ª posição, o significa que o dono precisa ser bastante paciente para que obtenha bons resultados no adestramento.

Para que se desenvolva de forma adequada, o São Bernardo precisa de espaço para movimentar-se e, principalmente, de contato com as pessoas da casa. Não é um cão que possa ser deixado no ‘fundo do quintal’.



Por ser uma raça de crescimento muito rápido, os filhotes precisam receber um acompanhamento cuidadoso, especialmente quanto aos ossos e musculatura.
O filhote deve receber a melhor ração possível, que garanta os níveis adequados de proteínas e cálcio, procurando evitar os problemas decorrentes de uma alimentação deficiente, como a descalcificação e evitar o surgimento da displasia.
No entanto, qualquer suplementação de vitaminas e cálcio só deve ser feita com a orientação do veterinário, uma vez que o excesso destes componentes também causa problemas no desenvolvimento do filhote.
É muito importante que o dono ensine ao filhote os comportamentos desejáveis e repreenda os indesejados, estabelecendo limites claros para o cão desde cedo.

Para a escolha de um filhote, deve-se dar preferência aos maiores, mais pesados, com cabeças grandes, boa movimentação e com a máscara preta na cara.


Imagem do site Canil Bernardo de Menton


Os principais problemas comuns aos São Bernardo são, principalmente, relativos ao seu porte físico, entre eles:
  • Displasia coxo-femural, má formação do encaixe da cabeça do fêmur com a bacia. Na Suíça, o clube da raça trabalha pelo controle do problema e, para poder cruzar um São Bernardo, é preciso antes obter uma autorização conseguida depois que o cão é examinado por três juízes que também analisam suas radiografias.
  • Câncer ósseo – pode afetar os São Bernardo a partir dos cinco anos. Especula-se que essa predisposição seja fruto da carga hereditária aliada à conformação óssea da raça. Os sintomas são dor e inatividade, que aparecem com o estado adiantado da doença.
  • Torção gástrica - outro problema que pode acometer o São Bernardo em função de seu tamanho. Para prevenir esse mal, é fundamental que o cão não receba toda comida do dia de uma vez só e evitar que faça esforços físicos logo após as refeições.
 Outros problemas comuns à raça:
  • Entrópio – quando a pele que encobre parte da vista. Essa característica costuma aparecer a partir dos três meses de vida, deixando os olhos irritados e vermelhos, com lacrimejamento excessivo. A correção é cirúrgica.
  • Algumas linhagens apresentam epilepsia, mal genético sem cura que provoca convulsões e pode ser controlado com medicamentos. Aparece depois dos 3 anos de idade. Recomenda-se não reproduzir o cão portador de males hereditários para não disseminar os problemas.
  • Alguns cães podem apresentar ainda dermatites, causadas pelo acúmulo de umidade sob a pelagem do cão.
  • A conformação de suas orelhas, também pode propiciar o surgimento de infecções de ouvido. Para a prevenção deste problema, é recomendável manter sempre a limpeza dos ouvidos.